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sexta-feira, 26 de junho de 2015

VS

capa do EP
VS. é o 3° EP (extended play) que faz parte do conjunto "Other People's Heartache", da banda Bastille. Qual a diferença dele pros outros dois? E como assim "já é o terceiro"? Vamos lá.

A banda Bastille, quando lançou o álbum All This Bad Blood, já lançou em formato de CD duplo, com a segunda parte do CD 2 sendo "Other People's Heartache". Eles também lançaram um álbum específico da série. Ou seja, já haviam 2 na mesma "coleção" quando VS. foi lançado.

Assim como em Bad Blood, que tem uma música com continuação (Weight Of Living part II - a parte I faz parte do Other People's Heartache), VS. tem uma música com "continuação" - uma música que tem parte 1 e 2, mas que as partes não se completam 100%.

Um ponto diferente entre VS. e os últimos dois da série é a presença total de features, mesmo que não se ouça a voz do convidado - mas ele tá lá, seja na produção ou seja na mixagem. Em VS., a batida é um pouco mais balada (odeio essa palavra - me sinto velha. Mas não achei nenhuma que se adeque melhor) do que antes, mesmo em Torn Apart - a tal dividida -, que tem uma letra um pouco mais pessoal.

Vamos à tracklist com comentários:

  1. Fall Into Your Arms - é a música-introdução do EP. Reúne um monte de trechos "recortados" e misturados das músicas que vem depois. Não é ruim, mas também não é perfeito - digamos que seja ~legalzinho~
  2. Bite Down - (essa tem link pra vídeo oficial \o/) Sabe aquela música que você bota pra tocar no Spotify/Deezer/celular e começa o "Banheiro Tour"? Essa é uma dessas músicas. Admito que, logo que ouvi, não dava muito por ela, mas quando ouvi mais algumas poucas vezes, já tava viciada (não tanto quanto eu tava com Torn Apart, mas isso eu explico já já)
  3. bad_news - Quando bad_news foi lançada, eu tava numa vibe meio "não quero ouvir nada novo. Tomei abuso de tudo" e simplesmente ignorei. Lembro vagamente de ter dado uma chance meio a contra-gosto e ter achado bem marromenos. Quando baixei VS. e fui ouvir tudo, mudei de ideia e vi que não era tão ruim quanto eu pensei inicialmente.
  4. The Driver - Sabe aquela música no álbum que você até que ouve, mas nunca lembra exatamente dela, mesmo nunca tendo pulado? Em VS., essa música é The Driver.
  5. Axe to Grind - Essa música tem uma pegada parecida com Bite Down, apesar de serem bem distintas. É como se Bite Down fosse o show e Axe to Grind fosse o clipe.
  6. Torn Apart - O que falar dessa música que mal conheço e já considero pacas? Torn Apart, apesar do título (traduzindo literalmente significa "destruído", no sentido de "despedaçado"), fala muito de duas pessoas que fora feitas uma pra outra e o quanto dói ser separado dessa pessoa especial. E a música em si é super chiclete, você fica repetindo mentalmente (ou não tão mentalmente assim) o refrão.
  7. Torn Apart pt.II - Quando você ouve em sequência e sem prestar tanta atenção, você pode até achar que é a mesma música que a anterior, mas percebe que não é assim que Lizzo começa a cantar. (Por sinal, a voz dela <3)
  8. Weapon - Esse feature é com F*U*G*Z (e outras pessoinhas a mais) assim como nos "Other People's Heartache" anteriores. Uma das coisas mais legais dessa música é que fazem um dueto com três vozes (duas femininas e uma masculina) e com um trecho com uma quarta voz sem parecer estranho.
  9. Remains - Por incrível que pareça, essa foi a única música em que consegui identificar a presença de outra já existente (Skulls, que tá no Other People's Heartache que é combo do All This Bad Blood).

sábado, 26 de julho de 2014

x

Nova resenha! Novo CD!

Isso mesmo que você leu. Uma resenha nova de um CD novo.

Eu já falei de Ed por aqui. + foi o primeiro álbum dele e eu simplesmente adorei. Fiquei super empolgada - de verdade - quando foi anunciado o lançamento do segundo álbum, o x. (Só eu que to começando a achar que essa cara tem uma compulsão por operações matemáticas que acrescentam?) Quando eu comecei a paquerar o CD, ele só tinha lançamento confirmado para a Europa e Estados Unidos para o mês passado. A alternativa era iTunes, porém, como eu sou uma pessoa de alma velha (ou materialista, escolha a sua aposta), queria ter o CD físico.

No fim, acabei comprando ontem à tarde antes de ir pro trabalho. Resisti à tentação de simplesmente tirar o CD da bolsa e botar no computador pra tocar. A primeira coisa que eu fiz quando cheguei em casa foi botar no meu computador pra ouvir. Como já estava tarde e eu não estava em condições NENHUMA de fazer uma avaliação minimamente decente, decidi esperar ouvir de novo agora e dizer as minhas impressões.

Só lembrando: o que eu escrever aqui foram só as minhas primeiras impressões. Posso (e vou) mudar de ideia depois, mas o que estiver aqui, é só o que a "primeira ouvida" me deu de impressão.

Primeiro, vamos à tracklist.
  1. One
  2. I'm A Mess
  3. Sing
  4. Don't
  5. Nina
  6. Photograph
  7. Bloodstream
  8. Tenerife Sea
  9. Runaway
  10. The Man
  11. Thinking Out Loud
  12. Afire Love
Admito que ainda não procurei pra ver se já tinha clipe (apesar de ter a impressão de já terem feito um para Sing). Mas prometo que, assim que eu tomar vergonha na cara, pesquisar e encontrar, faço um update nesse mesmo post. (Vocês vão perceber. Esse parágrafo vai estar riscado e, no tracklist, a música vai levar ao clipe no YouTube, além do post na página do fb com o update)

Logo de cara, gostei bastante de One (a primeira faixa) que me lembrou bastante I See Fire (música que ele fez pra trilha sonora de O Hobbit: A Desolação de Smaug). A letra me soou como uma enorme carta de amor (daquelas que oferecem um sacrifício caso a pessoa amada não aceite o amor.)

Ao invés de ser uma pessoa normal que escuta as músicas em ordem, pulei direto pra Photograph (a sexta). Admito que não prestei atenção direito no que tava ouvindo, já que tava com a cabeça em outro lugar completamente diferente. Mas, se você olhar a letra, coisa que eu fiz por ser uma louca obsessiva com letra de música, você vai ver que a de Photograph é linda e triste ao mesmo tempo.

O início de I'm A Mess (segunda faixa) me lembrou MUITO Toxic de Britney Spears. Já fiquei esperando pelo "by the taste of your lips I'm on a ride, your toxic gun slipping under" até que Ed me lembra que SAPORRA NÃO É BRITNEY.
gosto muito de Chase, porém esse cabelo e esse murro...
Não demorou muito pra que eu voltasse a prestar atenção na letra da música e visse que soa muito com uma forma de confissão de alguém que se sente mal por ter causado mal a alguém que ama. O ritmo muda completamente e não vai soar como Toxic o tempo inteiro.

Já Sing (terceira faixa), soou como música de trilha sonora de filme que se passa num bar com atores de 40 anos fazendo personagens descolados de vinte e poucos anos. Inclusive a letra. Mas não é propriamente ruim. Ficou até legal, já que não é como se fosse uma única cena do filme, mas todo o filme em fast forward, já que a combinação Ed + Pharrell (esse mesmo que você pensou. O carinha negro que canta "Happy") conseguiu colocar de uma forma que não fosse tão deprimente.

Don't  (quarta faixa) conseguiu me lembrar muito o estilo do álbum anterior. O que é bem legal, principalmente pra quem gostou de +, como eu. A quinta faixa, Nina, parece aquelas músicas que junta todos os elogios que namorados pra convencer as namoradas são lindas e que eles não são essas porras coisas todas. Elogios tipo "você é linda sem maquiagem". (Sim, ele chega a literalmente falar isso).

Bloodstream (sétima faixa) me soou como uma forma de "explicar" as sensações e pensamentos numa lombra de heroína. Sério. Dizer que "os químicos queimando nas minhas veias" e perguntar quando "começar a fazer efeito" não é o tipo de coisa que você vai dizer no hospital pro titio House MD.

Quando comecei a ouvir Tenerife Sea (oitava faixa), tive a impressão de ter voltado a ser uma pré-adolescente ouvindo Hillary Duff. Mas, como não era Hillary, só impressão minha, a música começou a soar como uma música de amor, mas também lembrou um pouco a batida de The A Team, do primeiro álbum. Runaway (faixa 9) não é aquela de Avril Lavigne. Definitivamente. Me soou como uma mistura legal de Justin Timberlake de FutureSex/LoveSounds com boybands dos anos 90.

The Man (décima faixa) tem umas batidas meio eletrônicas, mas não no mesmo ritmo. Definitivamente, uma música tranquilinha, assim como a seguinte, Thinking Out Loud, mesmo tendo temas completamente diferentes. (The Man é mais sobre o aspecto profissional, enquanto Thinking Out Loud é mais sobre amor)

Afire Love (a última faixa) me deu aquela sensação boa que é quando você tem a esperança de alguma coisa boa vai acontecer com você. Como é difícil eu ter uma sensação dessas com várias músicas, foi quase mágico.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Throwback Thursday #5: Past Masters vols. 1&2

Já foi lançado em dois volumes diferentes e agora é vendido como um só. O Past Masters é uma coletânia de singles de sucesso dos Beatles. Ao todo (independente se você encontrar vendendo separado ou num só com CD duplo) são 33 músicas e mais de uma hora e meia. Na versão "separada", os discos apresentam capas de cores invertidas (o volume 1 é preto com as letras brancas e o volume 2 é branco com letras pretas) e as músicas são distribuidas em: 18 pro volume 1 e 15 pro volume 2.

Na versão de CD duplo, todas as músicas estão em estéreo, com exceção apenas quatro, que estão nas versões originais (mono): Love Me Do, She Loves You, I'll Get You (do CD 1) e You Know My Name (Look Up the Number). Já na verão em que realmente são dois volumes, as gravações são todas em mono.

No volume 1, todas as músicas foram lançadas entre 1962 e 1965 e onze músicas são de singles britânicos (ou seja, que foram lançados na Grã-Bretanha), incluindo os que foram lado B. Duas são singles alemães que são fáceis de encontrar pelo tracklist (Komm, Gib Mir Deine Hand e Sie Liebt Dich, que são "traduções" para I Want to Hold Your Hand e She Loves You, que também estão no disco). Além de versões em alemão de hits conhecidos , o voliume 1 ainda trás as quatro músicas do EP Long Tall Sally, assim como o single que tinha sido lançado apenas nos Estados Unidos "Bad Boy". ("Bad Boy" foi lançada depois no Reino Unido no álbum "Oldies but Goldies").

Já as músicas do volume 2 (também conhecido como CD 2 da versão dupla), todas foram lançadas entre 1965 e 1970. Em comparação com o volume 1, esse tem três músicas de singles britânicos (também incluindo os lados B) a mais. E, obviamente, esses singles ocupam uma porcentagem maior do volume. A versão de "Across the Universe" que vem nele é chamada de Wildlife - você percebe rapidinho, já que tem os sons de passarinhos e afins - e foi originalmente lançado num "álbum de caridade" intitulado "No One's Gonna Change Our World". Esse álbum foi feito para arrecadar fundos para o World Wildlife Fund (a WWF, do logo do pandinha fofo) e contou com músicas de Cliff Richard, Bee Gees e outros.

A tracklist, para quem ficou interessado:

  • Volume/CD 1
  1. Love Me Do
  2. From Me To You
  3. Thank You Girl
  4. She Loves You
  5. I'll Get You
  6. I Want to Hold Your Hand
  7. This Boy
  8. Komm, Gib Mir Deine Hand
  9. Sie Liebt Dich
  10. Long Tall Sally
  11. I Call Your Name
  12. Slow Down
  13. Matchbox
  14. I Feel Fine
  15. She's a Woman
  16. Yes It Is
  17. I'm Down
  • Volume/CD 2
  1. Day Tripper
  2. We Can Work It Out
  3. Paperback Writer
  4. Rain
  5. Lady Madonna
  6. The Inner Light
  7. Hey Jude
  8. Revolution
  9. Get Back (com Billy Preston)
  10. Don't Let Me Down (também com Billy Preston)
  11. The Ballad of John and Yoko
  12. Old Brown Shoe
  13. Across the Universe
  14. Let It Be
  15. You Know My Name (Look Up the Number)
Todas as músicas são cantadas por Lennon e/ou McCartney, com exceção de: Matchbox (Ringo), The Inner Light (Harrison) e Old Brown Shoe (Harrison).

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Throwback Thursday #4: Revolver

capa do álbum
Para quem acha que, nesse álbum não há interferência nenhuma da Alemanha, se fodeu, porque tem sim. E onde você menos espera.

Revolver é o sétimo álbum dos Beatles. Sim, eles são ingleses, os quatro são de Liverpool. Mas vamos lá. Depois eu explico a relação desse álbum com a Alemanha. Antes eu tenho que comentar o que tem nele.

Lançado em 1966, foi um dos primeiros "álbum-prova" de que Paul McCartney teria batido as botas num acidente de carro. (O que é obviamente uma mentira, mas prefiro discutir isso noutro post.) Mas, para a tristeza dos que insistiam (e ainda insistem) na teoria de que McCartney está morto, esse álbum não teve show porque os efeitos sonoros, por assim dizer, que estavam nas músicas eram muito difíceis de serem reproduzidos nos palcos com a tecnologia que existia na época. E a mão em cima da cabeça do boneco que representa Paul é apenas uma coincidência.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Throwback Thursday #3: Kill the Kilians

Ah, a Alemanha!
Terra do chucrute, salsichão, cerveja e OktoberFest. De onde vem a famosa escola de Bauhaus, em Weimar.
E também a terra dos Kilians.
Oi? Nunca ouviu falar dos Kilians? Sério isso?
Pode falar sério, porque não é nenhum drama não conhecer os Kilians.
Mas vamos lá conhecer o trabalho desses caras que já pedem a própria morte no primeiro álbum.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Born to die

Oi, pessoal, esse é o meu primeiro post aqui (desculpem a demora), então achei que seria legal se eu me apresentasse um pouquinho, lá vai: Eu sou Pedro, tenho 17 anos, faço jornalismo, amo tecnologia, música, a cultura pop, e vou compartilhar um monte de besteiras com vocês. 
capa do álbum
Então, confesso que há alguns meses eu odiava Lana Del Rey, odiava muito mesmo, não podia nem ouvir o nome dela que já sentia sono, primeiro pq eu nunca gostei muito de música calma, outra, eu odiava as letras das músicas dela, por causa das letras um pouco tristes e tal, naquela linha "Eu preciso de você, e vou morrer se você não me quiser". Mas, como tudo, meu ódio no coração passou, e a vida ficou mais bela quando os sonoplastas da Globo resolveram usar Summertime Sadness na trilha da novela das oito sdds, Amor à Vida e Félix, e com isso, comecei a deixar o preconceito que tinha contra ela de lado, mas só tinha essa música baixada, até que um dia uma amiga resolveu me mostrar Dark Paradise, e desde esse dia, encontrei o amor dos meus dias chuvosos e minhas trilhas sonoras do transporte público do Recife </3, mentira, Lana é maravilhosa pra se escutar em qualquer situação.
Sobre o álbum, esse é o meu favorito dela até hoje (recentemente ela lançou o Ultraviolence, mas ainda não escutei mais que duas músicas, embora ele prometa ser maravilhoso), dentre essas que eu falei anteriormente, "Born to Die" tem vários singles, que fizeram (e fazem) muito sucesso, e são de longe as músicas que mais tenho escutado, como Blue Jeans e National Anthem, que são minhas favoritas. Além dessas, vale à pena escutar a música que dá nome ao álbum, Born to Die, Radio e Video Games, enfim, pra resumir, ouçam todas, que vale à pena, e se possível, vejam os clipes (é um melhor que o outro <3).

Então, brigadão por ter lido, foi meu primeiro post, então, relevem qualquer coisa desagradável, e qualquer sugestão, dúvida, xingamento, convite pra uns bons drinques, comenta aí em baixo, e se gostar, compartilha, se não gostar, compartilha também haha.

Beijão

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Throwback Thursday #2: +

capa do álbum
E o segundo throwback thursday vai para... +, de Ed Sheeran.
Não, o álbum não é desses realmente antigos, mas como é de setembro de 2011, também não é propriamente novo.
Ed Sheeran é o artista do álbum + (se pronuncia "plus", "mais" em inglês), que foi lançado pela Atlantic Records e pela Asylum Record. E esse é o primeiro álbum de estúdio de Ed.
O álbum tem seis singles: The A Team; You Need Me, I Don't Need You; Lego House; Drunk; Small Bump e Give Me Love. Ter seis singles num álbum que, na versão standard, tem 12 músicas, é algo considerável.
Mas o que esperar ao ouvir os singles e o álbum?


Pra começar, muita gente já deve ter ouviu falar de Ed Sheeran depois do clipe com Rupert Grint, que causou o maior falatório (ainda se usa essa palavra?) na internet.
Screenshot do clipe "You Need Me, I Don't Need You"
Fonte: muzu.tv
Se você viu/ouviu o vídeo, deve ter percebido que a música é meio que uma cartinha de amor. Mas uma carta de amor legal, que deixa espaço e não é tão cheia de baba melosa.
As outras músicas, assim como Lego House, são pequenas histórias que podem terminar em si e, ao mesmo tempo, podem ser completadas pelas outras. Apesar de serem do mesmo compositor (o próprio Ed Sheeran), os temas variam de uma música pra outra.
The A Team (a 1ª faixa), por exemplo, é sobre uma garota sem-teto que se prostitui pra poder comprar drogas.
E, diferente do que eu imaginava pra algo classificado como "hip hop", o álbum é muito bom e com constantes interferências de outros gêneros. Admito que, se alguém viesse me sugerir esse álbum só me dizendo que se tratava de músicas de hip hop, eu iria olhar com desconfiança, já que esse não é um gênero que eu curto.
Super recomendo pra quem ainda não ouviu e quer ouvir algo novo, com algumas misturas de estilos e músicas com letras que tenham algum significado.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Throwback Thursday: The Age of the Understatement

capa do álbum
Primeiro throwback thursday! Vamos lá, toda quinta-feira (ou quase isso) ou eu ou Pedro vamos postar uma resenha de um álbum antigo. Em outras palavras, um não-lançamento.
O que eu escolhi pra ser o primeiro, foi The Age of the Understatement, do The Last Shadow Puppets, uma banda dupla formada por Alex Turner, do Arctic Monkeys e Miles Kane, do The Rascals e foi produzido por James Ford, do Simian Mobile Disco.
O álbum foi lançado no dia 21 de abril de 2008, pela Domino Records, uma semana depois do lançamento do single que dá nome ao álbum.
Como eles gostam bastante do tempo de uma semana, além de serem muito bons, uma semana depois do lançamento do álbum, ele foi o mais vendido do Reino Unido. (Fonte: Wikipédia. Qualquer erro, briguem com ele, não comigo)
Agora vamos ao que interessa: o que fez esse álbum vir parar no tbt e ter se tornado mais vendido no Reino Unido?

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Other People's Heartaches

Numa tarde fria de quinta-feira, decidi baixar a mixtape Other People's Heartache de Bastille. Odiei.
Tudo mentira. Não era tarde, nem fria, nem quinta-feira. Era manhã de quarta-feira. E tava bem quente, por sinal. Pra falar a verdade, praticamente tudo que eu falei no parágrafo anterior é falso. Só o fato de que eu baixei Other People's Heartaches é que é verdade, basicamente. Mas vamos lá explicar como eu cheguei à banda antes de começar a falar sobre a mixtape.